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SUSTENTABILIDADE

INFRAPREV Sustentável: descarte do óleo de cozinha

30/12/2014

A oitava dica da campanha INFRAPREV Sustentável é sobre o correto descarte do óleo de cozinha. Despejar um litro de óleo em pias e ralos pode contaminar um milhão de litros de água. O correto descarte permite que o óleo utilizado seja empregado na produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e até biodiesel. Veja a dica completa também no Facebook.

 

DESCARTE O ÓLEO DE COZINHA

O óleo mais comumente utilizado em frituras é um composto à base de produtos como o girassol, a canola, a soja, o milho e o algodão. Possui baixas concentrações de gorduras saturadas, porém reutilizado de modo excessivo, pode causar doenças degenerativas, cardiovasculares e o envelhecimento precoce, segundo o pesquisador Márcio Antônio Mendonça, do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB). 

A fritura transforma a gordura insaturada (encontrada principalmente nos vegetais) - que em temperatura ambiente se apresenta na forma líquida - em gordura saturada (presente em maior parte nos alimentos de origem animal) - que endurece conforme diminui sua temperatura. 

A gordura saturada do óleo após elevadas temperaturas, despejada em pias e ralos, atrapalha o processo de tratamento da água, entope encanamentos e polui rios e mares a ponto de impedir a sua oxigenação. Um litro de óleo é capaz de contaminar um milhão de litros de água. Além disso, o processo de limpeza dos encanamentos passa a necessitar do uso de produtos químicos de alta toxicidade. O óleo de cozinha impermeabiliza o solo, dificulta o escoamento da água das chuvas e contamina lençóis freáticos. 

O correto descarte permite que o óleo utilizado seja empregado na produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e até biodiesel. Para isso, você deve acondicioná-lo em garrafas PET e procurar as entidades e empresas cadastradas na Prefeitura de sua cidade para o serviço de coleta.

Faça a sua parte, descarte consciente!

(Fonte: esalq.usp.br/gresiduos.pdf; campus.fac.unb.br; dequi.eel.usp.br; super.abril.com.br; a3con.com.br; bdm.bce.unb.br; revistavivasaude.uol.com.br; amaivos.uol.com.br; sobiologia.com.br)